terça-feira, 7 de agosto de 2012
Socialismo 2012 é em Santa Maria da Feira
O Bloco de Esquerda vai organizar de 31 de Agosto a 2 de Setembro na Escola Secundária de Santa Maria da Feira a 6ª edição do Fórum “Novas Ideias para a Esquerda”, Socialismo 2012. O Socialismo 2012 é um Fórum de Ideias aberto e plural sobre Política, História, Ciência, Cultura e Sociedade. Esta é a primeira vez que o Fórum “Novas Ideias para a Esquerda” é realizado no distrito de Aveiro.
A abertura do Socialismo 2012 será no dia 31 de Agosto às 21h30 e estará a cargo de Luís Fazenda (líder parlamentar do Bloco), Alda Sousa (eurodeputada do Bloco) e Pedro Nuno Santos (deputado do PS eleito pelo distrito de Aveiro).
Durante os dias de sábado e domingo realizar-se-ão cerca de 50 debates, workshops e mesas redondas sobre xenofobia, armamento, trabalho sexual, reabilitação urbana, lei dos compromissos, parcerias público-privadas, feminismo, precariedade, crise financeira, crise de 1929, literatura, ecologia e ambiente, serviço nacional de saúde, salazarismo e marcelismo, educação e escola pública, legalização das drogas leves, memorando da troika, direitos dos animais, justiça, ensino superior, austeridade e a alternativa. A reflexão far-se-á também em torno do legado de autores e teóricos, como Gramsci, Marx ou Karl Polanyi. Haverá lugar a workshops de teatro do oprimido e à visualização e discussão de filmes.
A entrada é livre, a participação também.
Descarrega aqui a ficha de inscrição
Acede a Programa
terça-feira, 17 de julho de 2012
Notícia: Bloco de Esquerda promoveu debate com o deputado João Semedo
( João Semedo e Jorge Ferreira (Comissão de Utentes Saúde Torres Vedras) - Junta de Freguesia Sta. Maria e S. Miguel - Torres Vedras - 6 Julho 2012)
Fonte: Jornal Badaladas | http://www.badaladas.pt/index.php/oeste/79-coluna-esq-oeste/248-bloco-de-esquerda-promoveu-debate-com-o-deputado-joao-semedo
Realizou-se no passado dia 6, na Junta da Freguesia de Santa
Maria, em Torres Vedras, um debate sobre a “Reestruturação do Serviço
Nacional de Saúde” e as suas implicações para a região Oeste, com o
deputado João Semedo, do Bloco de Esquerda, e a Comissão de Utentes da
Saúde de Torres Vedras.
Embora confessando que não conhecia “em detalhe a situação” do
hospital torriense, tudo porque a maioria na Assembleia da República
veta sistematicamente as propostas e iniciativas da oposição, alegando
que “não havendo decisão, não há discussão”, aquele parlamentar adiantou
no entanto que “o que aqui se passa é o mesmo que se passa no resto do
país”. Ou seja, “só existe uma preocupação deste Governo, que é reduzir a
despesa à custa da saúde dos portugueses”.
“O Governo quer fechar o que não dá lucro e só causa despesa. Só quer é poupar”. Por isso aconselhou a população a “bater o pé” ao desejo do encerramento de alguns serviços no hospital de Torres Vedras, “que as rivalidades das autarquias envolvidas acentuam ainda mais”, frisou.
Da parte da Comissão de Utentes falou Jorge Ferreira, que fez uma resenha desde a criação às iniciativas daquela associação cívica de cidadãos, passando pela organização duma marcha para o dia seguinte (ver notícia na pág. 2), “manifestando o inconformismo da população em relação às medidas anunciadas pelo Governo para esta região”.
Recorde-se que, no contexto das políticas de austeridade em vigor, o Governo prepara-se para fazer uma “reestruturação do Serviço Nacional de Saúde” e é nesse âmbito que, segundo proposta do respetivo ministério, se pretende transformar a urgência médico-cirúrgica do Hospital de Torres Vedras em urgência básica, mantendo-se a urgência médico-cirúrgica nas Caldas da Rainha.
Pretende ainda encerrar a urgência pediátrica e o bloco de partos torrienses, concentrando igualmente esses serviços nas Caldas.
“O Governo quer fechar o que não dá lucro e só causa despesa. Só quer é poupar”. Por isso aconselhou a população a “bater o pé” ao desejo do encerramento de alguns serviços no hospital de Torres Vedras, “que as rivalidades das autarquias envolvidas acentuam ainda mais”, frisou.
Da parte da Comissão de Utentes falou Jorge Ferreira, que fez uma resenha desde a criação às iniciativas daquela associação cívica de cidadãos, passando pela organização duma marcha para o dia seguinte (ver notícia na pág. 2), “manifestando o inconformismo da população em relação às medidas anunciadas pelo Governo para esta região”.
Recorde-se que, no contexto das políticas de austeridade em vigor, o Governo prepara-se para fazer uma “reestruturação do Serviço Nacional de Saúde” e é nesse âmbito que, segundo proposta do respetivo ministério, se pretende transformar a urgência médico-cirúrgica do Hospital de Torres Vedras em urgência básica, mantendo-se a urgência médico-cirúrgica nas Caldas da Rainha.
Pretende ainda encerrar a urgência pediátrica e o bloco de partos torrienses, concentrando igualmente esses serviços nas Caldas.
sábado, 30 de junho de 2012
Debate com João Semedo / Comissão Utentes Saúde T.Vedras
No contexto das políticas de austeridade em vigor, o governo prepara-se para fazer uma preocupante "reestruturação do Serviço Nacional de Saúde", e é nesse âmbito que, segundo proposta do Ministério da Saúde, se pretende
transformar a urgência médico-cirúrgica do Hospital de Torres Vedras em urgência
básica, mantendo-se a urgência médico-cirúrgica em Caldas da
Rainha. Pretende ainda encerrar a urgência pediátrica e o bloco de
partos de Torres Vedras, concentrando igualmente estes serviços em
Caldas da Rainha.
Para conhecer melhor o que o governo nos pretende impor e as suas consequências para Torres Vedras e a Região Oeste, convidámos o deputado João Semedo e a Comissão de Utentes da Saúde de Torres Vedras, para um debate que visa também dar a conhecer as acções de protesto e as alternativas possíveis.
João Semedo: "Política de saúde do Governo é insustentável"
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Visualização do documentário + conversa com Jorge Costa
No próximo dia 28 de Junho (quinta-feira), pelas 21h30, será exibido na Praça Machado Santos (Praça da batata) o documentário "Donos de Portugal" com a presença do autor e jornalista Jorge Costa para uma conversa acerca dos donos de Portugal...donos da Europa e do Mundo...E, claro, acerca da Crise também !
Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza. Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.
No momento em que a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui. Produzido para a RTP 2 no âmbito do Instituto de História Contemporânea, o filme tem montagem de Edgar Feldman e locução de Fernando Alves.
A estreia televisiva teve lugar na RTP2 a 25 de Abril de 2012. Desde esse momento, o documentário está disponível na íntegra em www.donosdeportugal.net.
Donos de Portugal é baseado no livro homónimo de Jorge Costa, Cecília Honório, Luís Fazenda, Francisco Louçã e Fernando Rosas, publicado em 2010 pelas edições Afrontamento e com mais de 12 mil exemplares vendidos.
facebook.com/donosdeportugal
sábado, 9 de junho de 2012
Donos de Portugal
É um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza. Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.
No momento em que a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui. Produzido para a RTP 2 no âmbito do Instituto de História Contemporânea, o filme tem montagem de Edgar Feldman e locução de Fernando Alves.
A estreia televisiva teve lugar na RTP2 a 25 de Abril de 2012. Desde esse momento, o documentário está disponível na íntegra em www.donosdeportugal.net.
Donos de Portugal é baseado no livro homónimo de Jorge Costa, Cecília Honório, Luís Fazenda, Francisco Louçã e Fernando Rosas, publicado em 2010 pelas edições Afrontamento e com mais de 12 mil exemplares vendidos.
facebook.com/donosdeportugal
Donos de Portugal from Donos de Portugal on Vimeo.
domingo, 22 de abril de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
31/01
Hoje verifica-se que o Capitalismo de rosto humano deixou de existir, se é que alguma vez verdadeiramente existiu, parando de impulsionar e promover o aumento da riqueza, num ideal ilusório de aumento da qualidade de vida generalizada. Mas acreditando no seu ideal, neste momento este rosto alterou-se, vendo-se agora os parafusos ferrugentos de uma máquina infernal que paulatinamente continua a destruir a nossa classe média, que por si só já era enfraquecida. Esta eliminação destroí também o efeito tampão criado por esta, permintido o embate já há muito esperado entre a classe pobre e classe rica. E com esta constatação uma pergunta se levanta. Este confronto é inevitável e necessário? Não tenciono respondê-la. Afirmo que sim, que já arregacei as mangas e que estou pronto para este futuro incerto. E tu, estás pronto?
01/02
Actualmente é necessário e imperativo que as pessoas reavivem e/ou agucem a sua consciência critica para as actuais questões da política.
O regime vigente está a tornar-se cada vez mais autoritário e cheio de contradições, o que faz aumentar dia após dia a insatisfação popular. A única maneira de resistir à austeridade é através da união política e social dos diferentes agentes da sociedade em que o seu elo unificador é a defesa do povo. Esta união não poderá ser imposta, terá de nascer da necessidade e da vontade de todos os portugueses sem excepção.
De outra forma esta iniciativa morrerá à nascença, pois não se pode pedir envolvimento e satisfações ao indivíduo, quando a estado social o desamparou.
Hugo Gabriel Fortunato
Hoje verifica-se que o Capitalismo de rosto humano deixou de existir, se é que alguma vez verdadeiramente existiu, parando de impulsionar e promover o aumento da riqueza, num ideal ilusório de aumento da qualidade de vida generalizada. Mas acreditando no seu ideal, neste momento este rosto alterou-se, vendo-se agora os parafusos ferrugentos de uma máquina infernal que paulatinamente continua a destruir a nossa classe média, que por si só já era enfraquecida. Esta eliminação destroí também o efeito tampão criado por esta, permintido o embate já há muito esperado entre a classe pobre e classe rica. E com esta constatação uma pergunta se levanta. Este confronto é inevitável e necessário? Não tenciono respondê-la. Afirmo que sim, que já arregacei as mangas e que estou pronto para este futuro incerto. E tu, estás pronto?
01/02
Actualmente é necessário e imperativo que as pessoas reavivem e/ou agucem a sua consciência critica para as actuais questões da política.
O regime vigente está a tornar-se cada vez mais autoritário e cheio de contradições, o que faz aumentar dia após dia a insatisfação popular. A única maneira de resistir à austeridade é através da união política e social dos diferentes agentes da sociedade em que o seu elo unificador é a defesa do povo. Esta união não poderá ser imposta, terá de nascer da necessidade e da vontade de todos os portugueses sem excepção.
De outra forma esta iniciativa morrerá à nascença, pois não se pode pedir envolvimento e satisfações ao indivíduo, quando a estado social o desamparou.
Hugo Gabriel Fortunato
Plenário da Distrital de Lisboa
É com gosto que partilho breves anotações que realizei enquanto assistia ao plenário da Concelhio Distrital de Lisboa.
Este decorreu no dia 27/01 por volta das 21:00 horas no Hotel Olissipo. Esteve presente o coordenador da comissão política, Francisco Louçã, que deu incio à sessão, partilhando com os presentes as futuras direcções / intervenções do Bloco de Esquerda no contexto social, económico e politico actual do país.
Destacam-se os seguintes temas tratados, dos quais resultaram medidas de intervenção, com o intuíto de as pôr em prática, esperando uma participação massiva e empenhada dos simpatizantes e aderentes do partido.
1ª – Alterações no Serviço Nacional de Saúde.
Ressalta-se a premissa de que este “passou de tendencialmente gratuito, para tendencialmente pago”. O aumento abismal das taxas moderadoras, sem dúvida, se tornaram um entrave para muitos cidadãos, na procura dos cuidados de saúde urgentes, especialmente para os grupos mais desfavorecidos da população.
2ª - Nova Lei do Arrendamento.
No que se refere a esta nova lei, compreende-se que esta irá afectar de forma mais acentuada uma franja muito limitada e específica da sociedade, nomedamente idosos e comerciantes, ambos com contratos bastante antigos, onde os acertos das rendas serão possivelmente muito penalizadores.
Os despejos passam ser realizados, sem que as divergências entre inquilino e senhorio sejam analisadas em tribunal. Passa a existir uma agência de regulação para esse efeito, de onde ainda não se conhecem as suas competências e fins.
A eliminação da figura do contratos minímos de cinco anos, que por si só era uma garantia e segurança aos inquilinos.
Agora a sua durablidade passa a ser incerta, o que irá trazer mais precariedade à vida dos cidadãos , em especial aos jovens que pretendem realizar a saída da casa dos pais, com o intuito da sua autonomia, que cada vez mais se vê comprometida.
3ª – Alteração no sistema de transportes públicos.
Verifica-se que esta alteração valoriza a redução e eliminação dos serviços prestados e o aumento das tarifas e titulos de transporte.
Acredito que a evolução da sociedade está intimamente ligada a uma evolução do sistema de transportes. O acesso a uma rede de transportes de qualidade deveria ser um dos direitos mais básicos do ser humano, uma vez que possiblita e potencia a comunicação entre as pessoas e serve de suporte para a realização de tarefas e actividades vitais: ir trabalhar, regressar a casa ao seu seio familiar, desolocar-se livremente entre diferentes regiões, entre outras.
Será utópico e ingénuo desejar que os transportes públicos se tornem gratuítos? E o inverso também não será?
Já uma realidade bem presente é o aumento do esforço financeiro das famílias, para assegurar o seu transporte. Pressinto que estes acabaram infelizmente por se tornar um transporte de luxo, indo assim contra a sua concepção e utilidade.
Este conjunto de temas, faz parte de um mais vasto programa utilizado pelo o governo, onde a austuridade reina, justificada pelos mandos da troika. É perfitamente visível que a população está cada vez mais a perder os seus direitos, em nome de um futuro que não se avizinha justo para todos.
É com gosto que partilho breves anotações que realizei enquanto assistia ao plenário da Concelhio Distrital de Lisboa.
Este decorreu no dia 27/01 por volta das 21:00 horas no Hotel Olissipo. Esteve presente o coordenador da comissão política, Francisco Louçã, que deu incio à sessão, partilhando com os presentes as futuras direcções / intervenções do Bloco de Esquerda no contexto social, económico e politico actual do país.
Destacam-se os seguintes temas tratados, dos quais resultaram medidas de intervenção, com o intuíto de as pôr em prática, esperando uma participação massiva e empenhada dos simpatizantes e aderentes do partido.
1ª – Alterações no Serviço Nacional de Saúde.
Ressalta-se a premissa de que este “passou de tendencialmente gratuito, para tendencialmente pago”. O aumento abismal das taxas moderadoras, sem dúvida, se tornaram um entrave para muitos cidadãos, na procura dos cuidados de saúde urgentes, especialmente para os grupos mais desfavorecidos da população.
2ª - Nova Lei do Arrendamento.
No que se refere a esta nova lei, compreende-se que esta irá afectar de forma mais acentuada uma franja muito limitada e específica da sociedade, nomedamente idosos e comerciantes, ambos com contratos bastante antigos, onde os acertos das rendas serão possivelmente muito penalizadores.
Os despejos passam ser realizados, sem que as divergências entre inquilino e senhorio sejam analisadas em tribunal. Passa a existir uma agência de regulação para esse efeito, de onde ainda não se conhecem as suas competências e fins.
A eliminação da figura do contratos minímos de cinco anos, que por si só era uma garantia e segurança aos inquilinos.
Agora a sua durablidade passa a ser incerta, o que irá trazer mais precariedade à vida dos cidadãos , em especial aos jovens que pretendem realizar a saída da casa dos pais, com o intuito da sua autonomia, que cada vez mais se vê comprometida.
3ª – Alteração no sistema de transportes públicos.
Verifica-se que esta alteração valoriza a redução e eliminação dos serviços prestados e o aumento das tarifas e titulos de transporte.
Acredito que a evolução da sociedade está intimamente ligada a uma evolução do sistema de transportes. O acesso a uma rede de transportes de qualidade deveria ser um dos direitos mais básicos do ser humano, uma vez que possiblita e potencia a comunicação entre as pessoas e serve de suporte para a realização de tarefas e actividades vitais: ir trabalhar, regressar a casa ao seu seio familiar, desolocar-se livremente entre diferentes regiões, entre outras.
Será utópico e ingénuo desejar que os transportes públicos se tornem gratuítos? E o inverso também não será?
Já uma realidade bem presente é o aumento do esforço financeiro das famílias, para assegurar o seu transporte. Pressinto que estes acabaram infelizmente por se tornar um transporte de luxo, indo assim contra a sua concepção e utilidade.
Este conjunto de temas, faz parte de um mais vasto programa utilizado pelo o governo, onde a austuridade reina, justificada pelos mandos da troika. É perfitamente visível que a população está cada vez mais a perder os seus direitos, em nome de um futuro que não se avizinha justo para todos.
Hugo Gabriel Fortunato
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)



Cliga para mais info...