A
entrevista recente do economista Philippe Legrain (jornal Público de
11/05/2014), ex-conselheiro de Durão Barroso e liberal convicto,
afirma categoricamente que a origem da crise da dívida está na
dívida privada acumulada pelos bancos, ou seja, as “ajudas” a
Portugal e à Grécia foram na prática resgates aos bancos alemães.
Legrain acusa os governos e as instituições europeias de terem
posto os interesses dos bancos à frente dos cidadãos. Afirma e
explica que os resgates aos Estados foram resultado do lobby dos
bancos alemães e franceses que estavam demasiado expostos à dívida
pública daqueles países e queriam evitar qualquer tipo de
reestruturação que lhes imputasse perdas, deste modo, as
instituições públicas europeias funcionaram como instrumentos para
os credores imporem a sua vontade aos devedores.
terça-feira, 20 de maio de 2014
A GOVERNAÇÃO TÓXICA, EM PORTUGAL E NA EUROPA
Já
não restam quaisquer dúvidas, se ainda existissem, da farsa em que
consiste a crise austeritária europeia, nem das suas consequências
trágicas para os povos europeus, em especial para os países do sul
onde nos incluímos.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
12 Compromissos da candidatura do Bloco às Eleições Europeias
| 12 Compromissos da candidatura do Bloco às Eleições Europeias |
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As candidatas e os candidatos do Bloco de Esquerda às eleições europeias de 25 de maio apresentaram o documento com os compromissos da candidatura. Ler documento. |
sábado, 10 de maio de 2014
Eleições Europeias 2014
| Jornal de campanha - Maio 2014 |
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O jornal de campanha do Bloco para as Europeias será distribuído em
Maio em todo o país. Contém as propostas, os candidatos e os apoiantes
de uma lista que pretende derrotar o bloco central e o seu Tratado
Orçamental que condena Portugal à austeridade perpétua. Ler jornal. |
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terça-feira, 18 de março de 2014
Petição e Debate
PETIÇÃO PÚBLICA
(a recolha de assinaturas será realizada no dia 22 de Março - a partir das 9h30 no Mercado Municipal de Torres Vedras)
Considerando que o Orçamento Participativo é um mecanismo popular que permite o desenvolvimento de uma democracia mais participativa e simultaneamente uma forma dos cidadãos decidirem, através das suas ideias e projetos, o investimento de uma pequena parte do orçamento da Câmara Municipal.
Considerando que o Orçamento Participativo é um dispositivo criado para permitir aos cidadãos:
1. Exercer o direito de participarem, de forma ativa e direta, nas decisões que dizem respeito ao investimento público no no seu município;
2. Cumprir o dever de contribuir, de forma ativa, consciente e construtiva, nas decisões que melhor servirão o concelho e a sua população.
Considerando que na realidade portuguesa existem já inúmeras autarquias (Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia) que implementaram com sucesso o Orçamento Participativo: Carnide, Aveiro, Guimarães, Beja, Odivelas e Lisboa, São Brás de Alportel, entre outras.
A coordenadora concelhia do Bloco de Esquerda de Torres Vedras conjuntamente com os abaixo assinados, eleitores no município de Torres Vedras, vêm requerer à Assembleia Municipal de Torres Vedras e à Câmara Municipal de Torres Vedras, a realização das medidas necessárias ao debate público visando a implementação efetiva do Orçamento Participativo no município de Torres Vedras, com a maior brevidade possível.
Pela implementação do Orçamento Participativo em Torres Vedras !
Considerando que o Orçamento Participativo é um mecanismo popular que permite o desenvolvimento de uma democracia mais participativa e simultaneamente uma forma dos cidadãos decidirem, através das suas ideias e projetos, o investimento de uma pequena parte do orçamento da Câmara Municipal.
Considerando que o Orçamento Participativo é um dispositivo criado para permitir aos cidadãos:
1. Exercer o direito de participarem, de forma ativa e direta, nas decisões que dizem respeito ao investimento público no no seu município;
2. Cumprir o dever de contribuir, de forma ativa, consciente e construtiva, nas decisões que melhor servirão o concelho e a sua população.
Considerando que na realidade portuguesa existem já inúmeras autarquias (Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia) que implementaram com sucesso o Orçamento Participativo: Carnide, Aveiro, Guimarães, Beja, Odivelas e Lisboa, São Brás de Alportel, entre outras.
A coordenadora concelhia do Bloco de Esquerda de Torres Vedras conjuntamente com os abaixo assinados, eleitores no município de Torres Vedras, vêm requerer à Assembleia Municipal de Torres Vedras e à Câmara Municipal de Torres Vedras, a realização das medidas necessárias ao debate público visando a implementação efetiva do Orçamento Participativo no município de Torres Vedras, com a maior brevidade possível.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Orçamento Participativo em Torres Vedras. Uma necessidade, um desafio!
No âmbito das propostas apresentadas no programa eleitoral autárquico de 2013, a Concelhia do Bloco de Esquerda de Torres Vedras inicia agora uma campanha pela implementação do Orçamento Participativo em Torres Vedras.
A primeira experiência de Orçamento Participativo (OP) surgiu em Porto Alegre, Brasil, no ano de 1989, e tem atualmente uma ampla aplicação mundial. O Orçamento Participativo é um mecanismo popular que permite o desenvolvimento de uma democracia mais participativa e simultaneamente uma forma dos cidadãos decidirem, através das suas ideias e projetos, o investimento de uma pequena parte do orçamento da Câmara Municipal.
Na realidade portuguesa, existem já inúmeras autarquias que o implementaram: Caldas da Rainha, Carnide, Aveiro, Guimarães, Beja, Odivelas e Lisboa, entre outras.
O Orçamento Participativo é um dispositivo criado para permitir aos cidadãos exercer um direito: o de participarem, de forma ativa e direta, nas decisões que dizem respeito ao investimento público no território em que habitam. Mas, ao mesmo tempo, reclama o cumprimento de um dever: o de contribuir, de forma ativa, consciente e construtiva, para chegar às decisões que melhor servirão o território e a sua população.
O mecanismo é simples, e funciona genericamente do seguinte modo: através da dotação anual de uma verba do orçamento municipal, é posteriormente aberta uma fase de apresentação de projetos devidamente fundamentados pelos cidadãos individual ou coletivamente. Num período seguinte é feita uma seleção, segundo critérios transparentes e públicos, de projetos que são propostos a votação; sendo finalmente os projetos eleitos dotados do respetivo financiamento para a sua concretização.
A aplicação deste mecanismo permite uma abertura de poder e partilha de tomada decisão sobre os investimentos a serem realizados a bem da comunidade local. Apesar da legítima representação atribuída ao executivo camarário para decidir sobre quais as prioridades para Torres Vedras, a implementação desta medida dá voz a todos os torrienses que melhor que ninguém sabem quais as necessidades concretas e os problemas que os afetam.
Existem múltiplos benefícios inerentes ao orçamento participativo, nomeadamente a promoção do diálogo e justiça social, o estímulo dos cidadãos a participarem nas decisões públicas, passando a ser intervenientes na vida coletiva, para além da possibilidade de realização dos seus legítimos anseios.
Este mecanismo de participação deveria ser rapidamente discutido no nosso concelho e é esse o compromisso que aqui fazemos. Pretendemos que os cidadãos de Torres Vedras tenham a mesma possibilidade e direitos que os das Caldas da Rainha, Aveiro ou Lisboa.
Não vemos pois entraves ou aspetos negativos que levem à rejeição por parte da Câmara Municipal deste desafio moderno e democrático. Enquanto força política preocupada com a qualidade e intensidade da democracia, o Bloco de Esquerda tudo fará para que o Orçamento Participativo seja uma realidade no nosso concelho e permita a máxima participação transparente e eficaz dos cidadãos, a bem da democracia local e da salvaguarda do bem comum.
+ informação: Orçamento Participativo Portugal
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
Por um serviço Público de qualidade. Não à privatização dos CTT !
No passado dia 25 de
Outubro elementos da Concelhia do Bloco de Esquerda de Torres Vedras
estiveram junto dos trabalhadores dos Correios de Torres Vedras, que
decidiram aderir à Greve dos funcionários dos CTT a nível
nacional, com a duração de 24h, iniciando-se a quinzena de luta dos
sectores dos transportes e telecomunicações.
O
Bloco de Esquerda não poderia deixar de estar ao lado dos
trabalhadores dos CTT de Torres Vedras, bem como das suas
preocupações e reivindicações. O que está a em causa é o início
do processo de privatização deste serviço público com a agenda
marcada já para o mês de Dezembro.
Este
Governo insiste em privatizar uma empresa pública que não tem
prejuízos financeiros e não apresenta justificações válidas para
tal decisão, levando a acreditar que esta decisão baseia-se
meramente em princípios ideológicos, tal como acontece com o
desmantelamento de serviços públicos de qualidade e sua
transferência para o sector privado. Como exemplo, uma das
injustiças afetas a esta transferência será a passagem dos
reformados para o sistema de saúde da função pública.
Esta
greve também serviu para contestar as medidas anunciadas no
Orçamento de Estado para 2014 e na nova lei das empresas públicas,
como a redução de funcionários e os cortes salariais.
Para
reforçar o nosso apoio na defesa deste serviço público foi
colocada uma faixa em frente da estação dos CTT de Torres Vedras
com os dizeres “Por um serviço Público de qualidade.
Não à privatização dos CTT”. A mesma tem como objetivo,
demonstrar a todos os clientes desta empresa e demais cidadãos
torrienses que é fundamental apoiar esta luta, pois com o avanço
deste processo de privatização ficaremos todos a perder um serviço
de qualidade. Com a gestão privada corre-se o risco que a ânsia do
lucro prevaleça sobre o serviço de proximidade e apoio das
populações como tem sido realizado de forma meritória até ao
momento.
O apoio dado aos
trabalhadores dos CTT e à defesa dos serviços públicos, contra os
interesses das multinacionais que se aproveitam da miséria dos povos
para enriquecer ainda mais, insere-se nos compromissos apresentados
no programa eleitoral autárquico e serão levados avante
independentemente dos resultados eleitorais obtidos.
A Coordenadora da
Concelhia do Bloco de Esquerda de Torres Vedras.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Resultados Eleitorais - Autárquicas 2013 - Torres Vedras
Nestas primeiras eleições autárquicas a que nos candidatamos não conseguimos atingir o objectivo eleitoral que nos propusemos, o de eleger um mandato para a assembleia municipal. Contudo, congratulamo-nos com a obtenção de 910 votos de cidadãos torrienses, o que merece da nossa parte um reforçado compromisso na intervenção política local e a maior consideração pela confiança depositada.
A abstenção de 49,13 % em Torres Vedras (acima da média nacional) é de facto um sintoma muito preocupante da ainda fraca participação cívica e política na vida pública. Apesar da compreensível desmotivação dos cidadãos perante o actual panorama social e económico em Portugal, as transformações e a melhoria das condições de vida não se alcançam pela demissão dos direitos e deveres cívicos, sociais e políticos. Antes pelo contrário, só com um maior debate de ideias e propostas e ampla participação na vida pública poderemos desejar resolver os nossos problemas colectivos.
A abstenção de 49,13 % em Torres Vedras (acima da média nacional) é de facto um sintoma muito preocupante da ainda fraca participação cívica e política na vida pública. Apesar da compreensível desmotivação dos cidadãos perante o actual panorama social e económico em Portugal, as transformações e a melhoria das condições de vida não se alcançam pela demissão dos direitos e deveres cívicos, sociais e políticos. Antes pelo contrário, só com um maior debate de ideias e propostas e ampla participação na vida pública poderemos desejar resolver os nossos problemas colectivos.
Felicitamos todos os partidos políticos e grupos de cidadãos candidatos nestas eleições, pois a diversidade de ideias e propostas é sempre um contributo positivo para a democracia local.
Endereçamos especialmente as melhores felicitações e votos de um excelente mandato autárquico aos camaradas da CDU eleitos para a Assembleia Municipal, Assembleias de Freguesia e ao Sérgio Cipriano eleito vereador.
Desejamos boa sorte ao executivo
eleito pelo PS com maioria absoluta, designadamente ao Dr. Carlos Miguel, e a realização de um mandato capaz de
anular a dívida da autarquia (cerca de 40 milhões de euros) e uma
governança local baseada na boa gestão dos bens públicos.
Da nossa parte iremos continuar a desenvolver as nossas propostas e ideias políticas para Torres Vedras, insistindo na necessidade de (RE)ACTIVAR
A CIDADANIA e INTENSIFICAR A DEMOCRACIA!
Saudações democráticas e até breve !
domingo, 22 de setembro de 2013
Comício - 21 Setembro - Torres Vedras
Mário Tomé (militar de Abril) e Alda Sousa (Parlamento Europeu) vieram a Torres Vedras dar o seu apoio à candidatura local do Bloco de Esquerda, participando no comício realizado na Praça da Batata a 21 de Setembro.
Rui Matoso e Hugo Fortunato apresentaram as propostas do Bloco de Esquerda para Torres Vedras, salientando o objectivo eleitoral de eleger um vereador para a Câmara, dois deputados para a Assembleia Municipal e Junta de Freguesia, para que Torres Vedras possa crescer em democracia participativa e cidadania activa.
Durante a sua apresentação Rui Matoso referiu que «precisamos de um Centro Histórico com vida, com cultura e com comércio local sustentável. Não queremos viver numa cidade dormitório e para evitar que isso aconteça é preciso sangue novo, ideias arrojadas e alternativas, incentivar e motivar todos aqueles que tem propostas diferentes e inovadoras».
Para além das propostas, o candidato do BE salientou ainda aquilo que não é preciso em Torres Vedras: «Não precisamos de lideres carismáticos nem de tecnocratas populistas. Não precisamos de Aterros de Resíduos Industriais, não precisamos de mais cimento e betão, não precisamos de mais autoritarismo, não precisamos de mais clientelismos, não precisamos de mais dívida pública, não precisamos de câmaras de vigilância nas ruas, não precisamos da caridadezinha... isto é tudo mais do mesmo e é tudo o que não queremos nem precisamos».
Mário Tomé referindo-se à crise que se vive actualmente, acusou o actual governo de aplicar a doutrina do choque contra as populações, para apenas favorecer os magnatas do capital financeiro, os tais vampiros que Zeca Afonso tão bem descreve na sua canção.
Alda de Sousa em jeito de síntese afirmou que «nestas eleições autárquicas há uma coisa essencial que não podemos esquecer, elas acontecem numa época que ficará na história como o maior flagelo social das ultimas décadas, este governo PSD-CDS de mentira em mentira, de tragédia em tragédia é uma autêntica monstruosidade política que urge terminar». Por isso apelou ao voto no Bloco de Esquerda para dar mais força a todos aqueles e aquelas que sentem que já não há pachorra para continuar a viver abaixo das nossas possibilidades!
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As candidatas e os candidatos do Bloco de Esquerda às eleições europeias de 25 de maio apresentaram o documento com os compromissos da candidatura. 

Durante
um comício organizado pelo Partido da Esquerda Europeia, com o apoio do
Bloco de Esquerda, Marisa Matias afirmou que "precisamos de um Abril
nas eleições de Maio". A iniciativa, que encheu por completo o Cinema
Batalha, no Porto, contou também com a participação da coordenadora do
Bloco, Catarina Martins, e de Alexis Tsipras. O líder da Syriza, e
candidato à presidência da Comissão Europeia, defendeu que "é urgente
fazer recuar o partido da senhora Merkel para recuperarmos a Europa". 






